Com a colaboração do Horto Municipal de Viana do Castelo e dos alunos do CV3.
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Histórias para não adormecer
“Os miúdos agora não lêem” é uma frase que ouvimos vezes demais no actual contexto “digital e tecnológico”. Mas a verdade é que, de forma crescente, a leitura de obras literárias, em especial num país tão prolífero em “letras” como Portugal, se encontra em queda acentuada. No mesmo mês em que a Fundação Francisco Manuel dos Santos se dedica a reflectir sobre a Educação, no geral, e a literatura em particular, surge também uma nova editora “inclusiva”, cuja missão é tornar os livros de “leitura difícil” acessíveis a todos aqueles que, por variadas razões, não os conseguem assimilar.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Bookcrossing: biblioteca livre e sem fronteiras
No próximo dia 27 comemora-se o Dia das Bibliotecas Escolares.
Este ano, a nossa biblioteca assinala este dia com o início do projeto
Bookcrossing é um projeto de partilha de livros e de leituras, dirigido a toda a comunidade educativa (alunos, professores, funcionários, pais e encarregados de educação).
Regulamento
1. O projeto é dinamizado pela Biblioteca Escolar.
2. Todos os membros da comunidade escolar que desejem ser Bookcrossers, trazem um livro que desejem partilhar e libertar, inscrevem-no no balcão de atendimento da Biblioteca Escolar, para que lhe seja dado um Número de Identificação (BCID), e colocam-no depois na Zona Oficial de Bookcrossing da escola (biblioteca).
3. Qualquer membro da comunidade educativa pode levar um dos livros para casa. Deverá aceder aqui e preencher uma ficha para que a “viagem” daquele livro fique registada. Nessa ficha haverá um espaço para quem quiser escrever um comentário ou uma observação relacionada com o livro (facultativo).
5. Os livros do projeto Bookcrossing serão propriedade de toda a comunidade de Bookcrossers. Para se pertencer a esta comunidade de leitores é necessário ter disponibilizado um livro, ter interesse em ler qualquer um dos livros disponíveis e assumir o compromisso de o devolver sempre à comunidade, depois de lido.
6. Este projeto é totalmente voluntário e livre. Não há prazos a cumprir. Apenas se exige o respeito pelos livros e a generosidade da partilha.
Este ano, a nossa biblioteca assinala este dia com o início do projeto
Bookcrossing é um projeto de partilha de livros e de leituras, dirigido a toda a comunidade educativa (alunos, professores, funcionários, pais e encarregados de educação).
Regulamento
1. O projeto é dinamizado pela Biblioteca Escolar.
2. Todos os membros da comunidade escolar que desejem ser Bookcrossers, trazem um livro que desejem partilhar e libertar, inscrevem-no no balcão de atendimento da Biblioteca Escolar, para que lhe seja dado um Número de Identificação (BCID), e colocam-no depois na Zona Oficial de Bookcrossing da escola (biblioteca).
3. Qualquer membro da comunidade educativa pode levar um dos livros para casa. Deverá aceder aqui e preencher uma ficha para que a “viagem” daquele livro fique registada. Nessa ficha haverá um espaço para quem quiser escrever um comentário ou uma observação relacionada com o livro (facultativo).
5. Os livros do projeto Bookcrossing serão propriedade de toda a comunidade de Bookcrossers. Para se pertencer a esta comunidade de leitores é necessário ter disponibilizado um livro, ter interesse em ler qualquer um dos livros disponíveis e assumir o compromisso de o devolver sempre à comunidade, depois de lido.
6. Este projeto é totalmente voluntário e livre. Não há prazos a cumprir. Apenas se exige o respeito pelos livros e a generosidade da partilha.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Sugestão de Leitura: Eu, Malala
No dia 9 de outubro de 2012, Malala Yousafzai, então com 15 anos, regressava a casa vinda da escola quando a carrinha onde viajava foi mandada parar e um homem armado disparou três vezes sobre a jovem. Nos últimos anos Malala - uma voz cada vez mais conhecida em todo o Paquistão por lutar pelo direito à educação de todas as crianças, especialmente das raparigas - tornou-se um alvo para os terroristas islâmicos. Esta é a história, contada na primeira pessoa, da menina que se recusou a baixar os braços e a deixar que os talibãs lhe ditassem a vida. É também a história do pai que nunca desistiu de a encorajar a seguir os seus sonhos numa sociedade que dá primazia aos homens, e de uma região dilacerada por décadas de conflitos políticos, religiosos e tribais. Um livro que nos leva numa viagem extraordinária e que nos inspira a acreditar no poder das palavras para mudar o mundo.
Malala Yousafzai recebeu na passada sexta-feira o Prémio Nobel da Paz, juntamente com o indiano Kailash Satyarthi, pela sua "luta contra a repressão das crianças e pelo seu direito à educação".
Procura o livro na tua biblioteca.
Nobel da Paz: para todas as crianças sem voz
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| Clica na imagem |
“Sinto-me honrada por ter sido escolhida como Prémio Nobel da Paz. Sinto-me honrada com este precioso prémio. E estou orgulhosa por ser a primeira paquistanesa e a primeira jovem a conseguir este prémio. É uma grande honra para mim”, começou por dizer a jovem de 17 anos numa conferência de imprensa em Birmingham, onde vive com a família desde que deixou o Paquistão.
Malala sublinhou que este prémio é “para todas as crianças sem voz”, “para lhes dar coragem”.
A paquistanesa, que queria ser médica e agora quer ser uma “boa política”, voltou a mostrar a sua faceta de oradora eloquente e desembaraçada quando lembrou que o prémio não era só seu mas também do indiano Kailash Satyarthi. “Estou muito contente por partilhar este prémio com uma pessoa da Índia. Com alguém com um grande caminho pelos direitos das crianças e contra a escravatura infantil. Inspira-me. Estou muito contente por haver tantas pessoas que caminham pelos direitos das crianças e que não estou sozinha”.
Malala nas suas próprias palavras >>
O livro Eu, Malala , A Minha Luta Pela Liberdade e Pelo Direito à Educação está disponível na tua biblioteca.
Boa leitura!
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
O que guardou Steve Jobs na cápsula do tempo?
Quando alguém como Steve Jobs enterra uma Cápsula do Tempo faz sentido que o mundo queira ver o que lá guardou. O seu conteúdo foi recentemente revelado no programa Diggers da National Geographic. O co-fundador da Apple enterrou a cápsula há mais de 30 anos aquando da International Design Conference, em Aspen, onde previu o futuro dos computadores e da Internet.
Clica no vídeo e descobre o objeto que mais entusiasmou os diggers.
Clica no vídeo e descobre o objeto que mais entusiasmou os diggers.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Sugestão de Leitura: A Máquina de Fazer Espanhóis
Esta é a história de quem, no momento mais árido da vida, se surpreende com a manifestação ainda de uma alegria. Uma alegria complexa, até difícil de aceitar, mas que comprova a validade do ser humano até ao seu último segundo. A máquina de fazer espanhóis, de valter hugo mãe, é uma aventura irónica, trágica e divertida, pela madura idade, que será uma maturidade diferente, um estádio de conhecimento outro no qual o indivíduo se repensa para reincidir ou mudar.
O que mudará na vida de antónio silva, com oitenta e quatro anos, no dia em que violentamente o seu mundo se transforma?
eu estava impaciente. abanava a cabeça como se concordasse, que era o meu modo de atalhar pela conversa com maior rapidez e sem enlouquecer. a laura não recebia alta e os médicos iam e vinham sem me atenderem por um minuto que fosse. o homem voltava a usar a caneta nos formulários intermináveis que preenchia (…).
o senhor, se não se importa, vai ver como está a minha mulher, já cá entramos há duas horas e para uma má disposição depois do lanche começa a parecer‑me muito tempo. (…)
ele atordoou‑se um bocado, como a sair de um estado de hipnose qualquer, e perguntou, que posso eu fazer. a mim não me dão satisfações, sou só um auxiliar. lá de fora ouviu‑se um estalo seco no céu, como se um vidro baço quebrasse finalmente, pronto a deixar passar a chuva. vai chover, disse aquele silva da europa. calei-me, voltei à janela com uma necessidade profunda de sair dali. (...)
subitamente um médico entrou na pequena sala e veio ao meu encontro. senhor antónio silva. respondi que sim. a sua mulher encontra‑se bem, estamos ainda à espera do resultado de alguns exames, agora encontra‑se apenas a dormir. foi sedada, pelo que não acordará tão cedo e nós vamos querer que ela passe cá esta noite. eu sorri como uma criança perdida a quem se dá a mão. não posso ficar também, perguntei. o médico, já afastado de mim, disse que não e desapareceu, neste serviço não. o silva da europa comentou, para eles é tudo mais fácil, sentem pelas pessoas um cuidado profissional. é como tratar de plantas, rigorosamente igual, que eu bem vejo que nem escutam o que se lhes diz, nem que o paciente gema ou grite, eles leem os papeis e as chapas que imprimem, olham para a cor das pessoas e decidem o que lhes apetecer. mas não se preocupe, sabem o que fazem e até têm coração, que eu bem os entendo. mas não posso voltar para casa sem ela. não a posso deixar aqui sozinha. não estaria sozinha. estaria sozinha de mim, que é a solidão que me interessa e a de que tenho medo. e isso nunca aconteceu. não, em quase cinquenta anos de casados, nunca aconteceu. também foi uma sorte. sim, foi uma sorte. não seja por isso, disse ele, se tiver paciência para a minha companhia, fique por aqui ao pé simpatizo consigo. falo com os seguranças e passa cá a noite a ver‑me preencher formulários e a ouvir a chuva. ainda lhes digo que é um primo. (…)
sentei‑me procurando distanciar‑me. perder‑me por dentro da cabeça a ver se a realidade virava outra coisa. não ali, não com aquele homem nem com aquela chuva prestes a levar‑me o carro. (...)
O que mudará na vida de antónio silva, com oitenta e quatro anos, no dia em que violentamente o seu mundo se transforma?
eu estava impaciente. abanava a cabeça como se concordasse, que era o meu modo de atalhar pela conversa com maior rapidez e sem enlouquecer. a laura não recebia alta e os médicos iam e vinham sem me atenderem por um minuto que fosse. o homem voltava a usar a caneta nos formulários intermináveis que preenchia (…).
o senhor, se não se importa, vai ver como está a minha mulher, já cá entramos há duas horas e para uma má disposição depois do lanche começa a parecer‑me muito tempo. (…)
ele atordoou‑se um bocado, como a sair de um estado de hipnose qualquer, e perguntou, que posso eu fazer. a mim não me dão satisfações, sou só um auxiliar. lá de fora ouviu‑se um estalo seco no céu, como se um vidro baço quebrasse finalmente, pronto a deixar passar a chuva. vai chover, disse aquele silva da europa. calei-me, voltei à janela com uma necessidade profunda de sair dali. (...)
subitamente um médico entrou na pequena sala e veio ao meu encontro. senhor antónio silva. respondi que sim. a sua mulher encontra‑se bem, estamos ainda à espera do resultado de alguns exames, agora encontra‑se apenas a dormir. foi sedada, pelo que não acordará tão cedo e nós vamos querer que ela passe cá esta noite. eu sorri como uma criança perdida a quem se dá a mão. não posso ficar também, perguntei. o médico, já afastado de mim, disse que não e desapareceu, neste serviço não. o silva da europa comentou, para eles é tudo mais fácil, sentem pelas pessoas um cuidado profissional. é como tratar de plantas, rigorosamente igual, que eu bem vejo que nem escutam o que se lhes diz, nem que o paciente gema ou grite, eles leem os papeis e as chapas que imprimem, olham para a cor das pessoas e decidem o que lhes apetecer. mas não se preocupe, sabem o que fazem e até têm coração, que eu bem os entendo. mas não posso voltar para casa sem ela. não a posso deixar aqui sozinha. não estaria sozinha. estaria sozinha de mim, que é a solidão que me interessa e a de que tenho medo. e isso nunca aconteceu. não, em quase cinquenta anos de casados, nunca aconteceu. também foi uma sorte. sim, foi uma sorte. não seja por isso, disse ele, se tiver paciência para a minha companhia, fique por aqui ao pé simpatizo consigo. falo com os seguranças e passa cá a noite a ver‑me preencher formulários e a ouvir a chuva. ainda lhes digo que é um primo. (…)
sentei‑me procurando distanciar‑me. perder‑me por dentro da cabeça a ver se a realidade virava outra coisa. não ali, não com aquele homem nem com aquela chuva prestes a levar‑me o carro. (...)
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Pordata 2014: trabalho vencedor
Divulgamos o trabalho vencedor do Concurso PORDATA do passado ano letivo (clicar na imagem para ver).
Em breve, publicaremos informação sobre o concurso deste ano.
Em breve, publicaremos informação sobre o concurso deste ano.
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Bem-vindos!
A Biblioteca Escolar saúda-vos e deseja-vos um excelente ano letivo!
Em breve disponibilizaremos novidades sobre os projetos, iniciativas, concursos... Recebe-as no teu email, subscrevendo o nosso blogue (à direita).
Em breve disponibilizaremos novidades sobre os projetos, iniciativas, concursos... Recebe-as no teu email, subscrevendo o nosso blogue (à direita).
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Reserva de manuais usados
Depois de três concorridos dias, a Feira de Manuais Usados
continua online. Os manuais disponíveis podem ser reservados aqui e levantados na biblioteca da
escola a partir do dia 1 de setembro.
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Aluna da MAIOR vence Prémio Couto Viana
A Cândida Sousa do 11º A foi a vencedora da 4ª Edição do Prémio Literário António Manuel Couto Viana, na modalidade de Poesia - Ensino Secundário, com o poema "Acendo a fogueira".
A entrega de prémios realizou-se no passado dia 14 de junho na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, entidade promotora do concurso.
Parabéns a todos os participantes e vencedores!
Clica no poema para ampliar.
Parabéns a todos os participantes e vencedores!
Clica no poema para ampliar.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Concurso Pordata: vencedores da fase escolar
Fase Escolar
Alunas vencedoras
Solange Freitas
Ana Rita Passos
Sofia Cunha
12º J
A apreciação final dos trabalhos a concurso decorrerá até ao dia 1 de junho de 2014.
Sugestão de leitura: Labirintos
Labirintos de Rui Sousa Basto
é um “drama poético de um desencontro na rede de galerias superficiais e
subterrâneas que entrecruzam a alma”.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Prémio António Manuel Couto Viana
Alunos vencedores
Poesia:
Cândida Filipa Oliveira de Sousa 11º A
Ilustração:
Miguel Hugo Nunes Jorge Teodoro 11º F
A divulgação dos premiados da fase final do concurso terá lugar na Biblioteca Municipal no dia 9 de junho.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Semana da Leitura: álbum de fotos
Decorreu de 28 de abril a 2 de maio a Semana da Leitura deste ano.
Inserida no projeto de promoção da leitura da biblioteca, a Semana da Leitura tem como objetivo fundamental aproximar os jovens dos livros, colocando-os em contacto com escritores e com pessoas que, pela sua formação, conhecimento e experiência profissional nos podem trazer um contributo importante na demonstração de que a leitura nos torna efetivamente mais conhecedores, mais críticos, ativos e participativos, em última análise mais felizes e saudáveis.
Guiados pelo psicólogo Dr. Manuel Rosas, viajámos pelo nosso cérebro e percebemos que a leitura ativa e desenvolve áreas essenciais ao nosso crescimento intelectual. Tivemos oportunidade de conversar com os escritores Rui Sousa Basto, Adelaide Graça e Richard Zimler sobre os seus livros e as suas experiências enquanto escritores, mas também sobre as suas vivências, inquietações e motivações. A terminar a semana, o ator Alberto Quaresma desassossegou-nos através das palavras de Bernardo Soares/Fernando Pessoa numa interpretação d’ “O Livro do Desassossego”.
Fica um agradecimento a todos os participantes, colaboradores e aos nossos parceiros – Câmara Municipal de Viana do Castelo e Antunes Livreiros.
Clicar na imagem para ver álbum de fotos.
domingo, 11 de maio de 2014
Cinema para Ler
No passado dia 7 de maio, cerca de 90 alunos do 10º ano assistiram a uma sessão de cinema no âmbito do projeto Cinema para Ler e da disciplina de Filosofia. O filme projetado foi "Para a Minha Irmã" de Nick Cassavetes, baseado no livro homónimo de Jodie Picoult.
Antes de verem o filme, os alunos foram motivados para a leitura do livro pela aluna Sara Sousa do 12º D que, através de uma análise concisa mas profunda, nos explicou porque vale a pena ler.
No dia seguinte o exemplar da biblioteca foi requisitado.
Boas leituras!
Antes de verem o filme, os alunos foram motivados para a leitura do livro pela aluna Sara Sousa do 12º D que, através de uma análise concisa mas profunda, nos explicou porque vale a pena ler.
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Boas leituras!
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