segunda-feira, 30 de maio de 2016
Exposição Ler o Mar em Viana
A biblioteca convida a comunidade escolar a visitar a exposição Ler o mar em Viana no ambito do projeto Ler+ Mar.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Ler+ Mar na Rádio Geice
Alunos do nosso agrupamento (7º E, 11º ano do Curso de Técnico de
Turismo e clube de leitores K.Leio) hoje na Rádio Geice a fazer gravação
de programa de apresentação do projeto Ler o Mar em Viana (Ler+ Mar).
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Cadernos de abril: toda a história da revolução
A RTP era a única operadora de televisão em Portugal quando se deu o 25 de abril de 1974, e filmou a operação militar e os acontecimentos que se seguiram. O Ensina RTP organizou parte desse material em dossiês temáticos, que estão disponíveis aqui.
São oito conjuntos de vídeos e áudios, contendo uma boa parte da história de Portugal relativa a este período. Incluímos reportagens, entrevistas, cerimónias públicas e extratos de debates, e iremos continuar a adicionar outros recursos, de forma a proporcionar a professores e alunos vários ângulos de abordagem da revolução.
Começámos ainda no Estado Novo, para que quem nos consulte fique com uma ideia sobre a vida quotidiana e os motivos que levaram a uma mudança política radical em Portugal. Outros dossiês são relativos ao próprio dia, aos protagonistas, e a tudo o que depois se passou, incluindo o Verão Quente de 1975 e a eleição de Ramalho Eanes para a presidência da república.
http://ensina.rtp.pt/atualidade/cadernos-de-abril-toda-a-historia-da-revolucao/
A vida no Estado Novo
Os antecedentes da revolução
O dia da revolução
Os novos protagonistas
Democratizar
Descolonizar
Desenvolver
O turbilhão revolucionário
São oito conjuntos de vídeos e áudios, contendo uma boa parte da história de Portugal relativa a este período. Incluímos reportagens, entrevistas, cerimónias públicas e extratos de debates, e iremos continuar a adicionar outros recursos, de forma a proporcionar a professores e alunos vários ângulos de abordagem da revolução.
Começámos ainda no Estado Novo, para que quem nos consulte fique com uma ideia sobre a vida quotidiana e os motivos que levaram a uma mudança política radical em Portugal. Outros dossiês são relativos ao próprio dia, aos protagonistas, e a tudo o que depois se passou, incluindo o Verão Quente de 1975 e a eleição de Ramalho Eanes para a presidência da república.
http://ensina.rtp.pt/atualidade/cadernos-de-abril-toda-a-historia-da-revolucao/
A vida no Estado Novo
Os antecedentes da revolução
O dia da revolução
Os novos protagonistas
Democratizar
Descolonizar
Desenvolver
O turbilhão revolucionário
terça-feira, 19 de abril de 2016
Semana Maior na biblioteca: workshop código QR
Workshop realizado com as turmas do 9º ano em visita à nossa biblioteca, com filmagem de leituras e criação de códigos QR.
segunda-feira, 21 de março de 2016
"TV na Maior" é Ideia com Mérito
O projeto “TV na Maior”, apresentado pela biblioteca da
escola secundária, foi um dos sete selecionados a nível nacional no âmbito da
Candidatura Ideias com Mérito da Rede de Bibliotecas Escolares.
Pretende-se a aplicação do referencial “Aprender com
a biblioteca escolar” no ensino secundário através de um projeto inovador, que
alia o caráter motivador dos média ao trabalho colaborativo entre a biblioteca escolar,
os docentes e os alunos, para o desenvolvimento de competências transversais,
essenciais ao sucesso educativo. O projeto será desenvolvido em parceria com
diversas disciplinas, tendo como principal parceiro o Curso Profissional de
Técnico de Audiovisuais.
domingo, 20 de março de 2016
Biblioteca Humana e partilha intercultural
A escola secundária recebeu na passada terça-feira uma Biblioteca Humana, constituída por voluntárias húngaras e italianas e por uma refugiada síria. A música, a poesia e as muitas histórias e experiências de vida enriqueceram este momento de partilha intercultural. A atividade foi proposta pelo Gabinete Cidade Saudável da Câmara Municipal de Viana do Castelo no âmbito da Semana Contra a Discriminação Racial.
terça-feira, 15 de março de 2016
Biblioteca Humana
Hoje na biblioteca da ESSMM. Com a presença do Gabinete Cidade Saudável e de convidados de diferentes nacionalidades.
domingo, 6 de março de 2016
Violino de ternura
Ao longo da História, o ser humano foi mostrando que é feito de coragem mas também de cobardia, que é capaz de se sacrificar pelo Outro mas também capaz de sucumbir à fraqueza, à vaidade e ao desejo de enaltecimento próprio e também à mais hedionda barbárie.O Homem é capaz de defender inúmeras causas, inúmeros projetos, apenas e só porque lhe trazem distinção, notoriedade. Esquece códigos morais, atinge a liberdade do Outro, atenta mesmo contra o seu direito à Vida. Constrói edifícios ideológicos assentes em falácias, apresenta-se como demiurgo de um Mundo Novo quando apenas é, miserável e irremediavelmente, pusilânime. Este Homem fraco e vaidoso é o que leva o Mundo até à guerra, até ao inenarrável holocausto do Homem pelo Homem.
Auschwitz presenciou toda essa manifestação abominável do Homem fraco; Auschwitz é símbolo do sangue que correu em nome de um ideal de pretensa grandeza de uma raça, de um ideal de certa forma tão abstrato que não foi aceite pela própria corrente da História. Viu as lágrimas daqueles que deixaram de chorar, ouviu os gritos dos que deixaram de gritar, registou os lamentos dos que deixaram de lamentar. É um livro cheio com as histórias de vidas ali extintas.
Mas Auschwitz guarda também um violino de ternura, de bondade e de profunda solidariedade. Auschwitz é agora um sítio vazio, ainda cheio da perdida bagagem do terror, é certo, mas agora é sobretudo um lugar cheio da música que a humanidade produz quando é capaz de se reerguer para afirmar que cada homem «nasce livre e igual» e que “O que é feito não pode ser desfeito”, mas que se pode “prevenir que aconteça novamente”.
Tatiana Lima, 12º H
Clube K.Leio
Imagem: http://mutante.pt/2016/02/o-violino-de-auschwitz-conservatorio/
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
O Violino de Auschwitz
Conferência concerto sobre a música nos campos de concentração hoje na nossa escola. Pelo professor Maurizio Padovan. A encerrar a Semana da Leitura 2016!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
David Machado na Maior
Em breve publicaremos os textos produzidos.
Encontro com Ana Margarida de Carvalho
A escritora Ana Margarida de Carvalho na nossa biblioteca à conversa com alunos do 11º ano a propósito do seu livro Que importa a fúria do mar.
Muito nos congratulamos com a sua enriquecedora participação nesta Semana da Leitura. Pela partilha da sua experiência como jornalista e escritora, pela música que nos trouxe e pela sensibilidade com que abordou temas como a resistência à ditadura e a nossa relação com o mar.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Encontro com Tiago Salazar
Viajar para escrever ou escrever para viajar?
Motivados para viajar ou para ler, os nossos alunos encantaram-se com cada minuto das histórias partilhadas pelo escritor Tiago Salazar. Foi ontem na ESSMM.
João Pinto Coelho na Maior
Na passada segunda-feira o escritor João Pinto Coelho esteve à conversa com os leitores da Maior. O seu romance Perguntem a Sarah Gross foi pretexto para conversarmos sobre Auschwitz, o Holocausto, a criatividade e o processo de escrita. Obrigada ao escritor e a todos os que participaram!
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Sugestão de Leitura: Perguntem a Sarah Gross
Na próxima segunda-feira, João Pinto Coelho virá à nossa escola apresentar o seu livro "Perguntem a Sarah Gross". Apareçam!
Às 10:30h na sala de conferências.
João Pinto Coelho nasceu em Londres em 1967. Licenciou-se em Arquitetura em 1992 e viveu a maior parte da sua vida em Lisboa. Passou diversas temporadas nos Estados Unidos, onde chegou a trabalhar num teatro profissional perto de Nova Iorque e dos cenários que evoca no romance “Perguntem a Sarah Gross”.
Em 2009 e 2011 integrou duas ações do Conselho da Europa que tiveram lugar em Auschwitz, na Polónia, trabalhando de perto com diversos investigadores sobre o Holocausto. No mesmo período, concebeu e implementou o projeto Auschwitz in 1st Person / A Letter to Meir Berkovich, que juntou jovens portugueses e polacos e que o levou uma vez mais à Polónia, às ruas de Aushwitz e aos campos de concentração e extermínio. A esse propósito tem realizado diversas intervenções públicas, uma das quais, como orador, na conferência internacional Portugal e o Holocausto, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em 2012.
Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald’s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador.
Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou.
Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do prémio LeYa em 2014.
Às 10:30h na sala de conferências.
João Pinto Coelho nasceu em Londres em 1967. Licenciou-se em Arquitetura em 1992 e viveu a maior parte da sua vida em Lisboa. Passou diversas temporadas nos Estados Unidos, onde chegou a trabalhar num teatro profissional perto de Nova Iorque e dos cenários que evoca no romance “Perguntem a Sarah Gross”.
Em 2009 e 2011 integrou duas ações do Conselho da Europa que tiveram lugar em Auschwitz, na Polónia, trabalhando de perto com diversos investigadores sobre o Holocausto. No mesmo período, concebeu e implementou o projeto Auschwitz in 1st Person / A Letter to Meir Berkovich, que juntou jovens portugueses e polacos e que o levou uma vez mais à Polónia, às ruas de Aushwitz e aos campos de concentração e extermínio. A esse propósito tem realizado diversas intervenções públicas, uma das quais, como orador, na conferência internacional Portugal e o Holocausto, que teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em 2012.
Em 1968, Kimberly Parker, uma jovem professora de Literatura, atravessa os Estados Unidos para ir ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por uma mulher carismática e misteriosa chamada Sarah Gross. Foge de um segredo terrível e procura em St. Oswald’s a paz possível com a companhia da exuberante Miranda, o encanto e a sensibilidade de Clement e sobretudo a cumplicidade de Sarah. Mas a verdade persegue Kimberly até ali e, no dia em que toma a decisão que a poderia salvar, uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas a um passado avassalador.
Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; à sombra dos choupos de Birkenau ou pelas ruas de Auschwitz quando ainda era uma cidade feliz, Kimberly mergulha numa história brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou.
Rigoroso, imaginativo e profundamente cinematográfico, com diálogos magistrais e personagens inesquecíveis, Perguntem a Sarah Gross é um romance trepidante que nos dá a conhecer a cidade que se tornou o mais famoso campo de extermínio da História. A obra foi finalista do prémio LeYa em 2014.
Recordar Umberto Eco
"... Um dos mal-entendidos que dominam a noção de biblioteca é o facto de se pensar que se vai à biblioteca pedir um livro cujo título se conhece. Na verdade acontece muitas vezes ir-se à biblioteca porque se quer um livro cujo título se conhece, mas a principal função da biblioteca, pelo menos a função da biblioteca da minha casa ou da de qualquer amigo que possamos ir visitar, é de descobrir livros de cuja existência não se suspeitava e que, todavia, se revelam extremamente importantes para nós.
... A função ideal de uma biblioteca é de ser um pouco como a loja de um alfarrabista, algo onde se podem fazer verdadeiros achados e esta função só pode ser permitida por meio do livre acesso aos corredores das estantes.
... Se a biblioteca é, como pretende Borges, um modelo do Universo, tentemos transformá-la num universo à medida do homem e, volto a recordar, à medida do homem quer também dizer alegre, com a possibilidade de se tomar um café, com a possibilidade de dois estudantes numa tarde se sentarem numa maple e, não digo de se entregarem a um amplexo indecente, mas de consumarem parte do seu flirt na biblioteca, enquanto retiram ou voltam a pôr nas estantes alguns livros de interesse científico, isto é, uma biblioteca onde apeteça ir e que se vá transformando gradualmente numa grande máquina de tempos livres...".
Umberto Eco, A Biblioteca (1998)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Semana da Leitura 2016
As bibliotecas do agrupamento convidam toda a comunidade escolar a participar nas atividades da Semana da Leitura. Consulte o programa aqui.
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Cartaz elaborado por Igor Correia, 10º F.
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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Assinaturas de revistas digitais
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
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